Conversa: «Tudo o que eu vou querer – Quatro curadoras sobre o futuro de uma coleção pública de arte contemporânea», na ARCOlisboa

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Com moderação de Francisca Portugal, curadora e escritora e participação de Filipa da Rocha Nunes, curadora e escritora, Francisca Gigante, historiadora de arte, curadora e diretora da FITA, Marta Espiridião, curadora, escritora e tradutora e Sofia Montanha, artista, curadora, cofundadora da MALA/Supermala, a conversa acontece no âmbito das Millennium Art Talks, durante a programação de atividades da ARCOlisboa.

No ano em que a Coleção de Arte Contemporânea do Estado celebra 50 anos, convidamos quatro curadoras para pensar o futuro da coleção. A conversa Tudo o que eu vou querer – Quatro curadoras sobre o futuro de uma coleção pública de arte contemporânea, realiza-se no dia 29 de Maio, às 15 horas no programa de atividades da ARCOlisboa.
Onde identificam os principais desafios de trabalhar uma coleção? Que papel têm, ou deveriam ter, os artistas? Qual é a importância da história para uma coleção de arte contemporânea? são algumas das questões que estaremos a discutir. Nesta conversa, queremos construir uma visão conjunta e especulativa do ideal para uma coleção de arte contemporânea portuguesa nos próximos 50 anos.

A CACE na ARCOmadrid

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No dia 6 de março, a curadora da CACE, Sandra Vieira Jürgens participou na conversa “Collecting as a public responsability”, que decorreu nesta edição da ARCOmadrid. O debate reuniu Martin Bethenod, diretor do Centre national des arts plastiques (Cnap, França) e Rosario Peiró, diretora do Museu Picasso (Barcelona) e até muito recentemente diretora do departamento de coleções do Museo Reina Sofia (MNCARS). Esta sessão foi moderada por Ana Patrícia Severino.