«Mapeando o que não se vê» na Fundação Eugénio de Almeida com obras da CACE

A 31 de maio foi inaugurada, na Fundação Eugénio de Almeida, a exposição Mapeando o que não se vê. Com curadoria de Claudia Segura e Luiza Teixeira de Freitas, a mostra parte da obra Cidades Invisíveis, de Italo Calvino, como ponto de partida para uma reflexão em torno da relação entre espaço, memória e imaginação.
Integrando um conjunto de obras de reconhecidos artistas nacionais e internacionais, a exposição apresenta oito peças pertencentes ao acervo da CACE – Coleção de Arte Contemporânea do Estado, dos artistas Francis Alÿs, Ignasi Aballí, Jimmie Durham e Wolfgang Tillmans. Cada uma das obras propõe uma leitura subjetiva do território, funcionando como uma cidade imaginada que aborda temáticas como a ficção, a pertença e os vínculos afetivos que unem o indivíduo aos espaços que habita.

Inspirada pela sensibilidade poética de autores como Calvino e María Zambrano, Mapeando o que não se vê convida o público a uma imersão em paisagens interiores, onde a imaginação e a memória se tornam ferramentas de interpretação do mundo. Através de suportes como pintura, escultura, instalação e vídeo, a exposição constitui-se como um território de encontro entre diferentes subjetividades e geografias emocionais.

A mostra permanecerá patente até 1 de fevereiro de 2026, na Fundação Eugénio de Almeida, em Évora