artista
Dalila Gonçalves
biografia
Castelo de Paiva, Portugal, 1982
título
O tempo dos outros às vezes é o meu, 2019
obra
O tempo dos outros às vezes é o meu
inventário
SC 1860
proprietário
Coleção de Arte Contemporânea do Estado
categoria
Escultura, Instalação
técnica
Arquivadores metálicos com senhas de “esperar a vez” usadas
dimensões
20 x 740 x 12 cm
incorporação
Aquisição 2022 (Comissão de Aquisição de Arte Contemporânea 2021-2022)
descrição

Dalila Gonçalves trabalha com objetos de uso quotidiano, transformando-os em obras que exploram o sentido plástico dos materiads e o significado poético que emanam. Esta instalação resulta do arquivamento de senhas de espera usadas de atendimento ao balcão, numa loja histórica da baixa do Porto, a Drogaria Rocha Leitão. Tendo a colaboração dos funcionários, coleccionou estes pequenos “tickets” ao longo de 18 meses, e com eles construiu uma linha que expressa este ato de acumulação e a passagem do tempo. Acima de tudo esta instalação fala-nos de memória e do património material e simbólico de uma cidade.


Exposições individuais

2019: Dalila Gonçalves: Céu da boca, Rodriguez Gallery, Poznan, Polónia

Exposições coletivas
2024: JARRA HUMANA: Obras da Coleção de Arte Contemporânea do Estado, Museu de Arte Contemporânea de Elvas, Portugal
2025: Paisagem Instável: Obras da Coleção de Arte Contemporânea do Estado e da Coleção Millennium bcp, Fundação Fosun, Xangai, China

Bibliografia
Francisca Portugal, «HUMANO-COISA» in JARRA HUMANA: Obras da Coleção de Arte Contemporânea do Estado. Lisboa: Imprensa Nacional – Casa da Moeda, outubro de 2024, cit. p. 10, rep. 16-17, 18-19, 55.