Tal como em Corpo-constelação, Seiva materializa a pesquisa de André Romão sobre a fusão e transformação de corpos. Ao fundir elementos que habitualmente separamos, André Romão convida o espectador a experimentar uma visão do mundo onde as fronteiras entre os seres são fluidas e onde a transformação é a única constante. Com ramos de árvore entrelaçados que se prolongam organicamente em duas mãos humanas de metal fundido, esta obra sugere um encontro entre o natural e o artificial, típico da hibridização que o artista explora, diluindo as fronteiras entre os reinos vegetal e humano. O próprio título nos remete para o fluido vital que nutre e corre através de todas as formas de vida.
Exposições individuais
2023: Calor, Museu de Arte Contemporânea de Serralves, Porto, Portugal