A obra de Miguel Palma tem incidido sobre diferentes experiências e perspetivas relacionadas com a passagem do tempo e a dimensão processual da atividade artística. Os trabalhos da série Air Print (2012) são, no que diz repeito a essa prática de inscrição da temporalidade nas obras, bastante esclarecedores. Air Print consiste numa instalação formada por feltros sintéticos, dispostos como superfícies pictóricas, que vem aludir a questões relativas ao ambiente e às noções de memória e de preservação patrimonial.
Exposições individuais
2013: Miguel Palma. Malestar Moderno, Centro Gallego de Arte Contemporáneo, Santiago de Compostela, Espanha
2019: Miguel Palma. (Ainda) O Desconforto Moderno, Museu Coleção Berardo, Lisboa, Portugal
Exposições coletivas
2012: City States, 7th Liverpool Biennial Contemporary Art, Liverpool, Reino Unido
2025: Paisagem Instável: Obras da Coleção de Arte Contemporânea do Estado e da Coleção Millennium bcp, Fundação Fosun, Xangai, China